É tendência e todo mundo quer saber como fazer o Moscow Mule. A bebida, que tem uma origem um tanto quanto irônica, caiu nas graças de pessoas do mundo todo e hoje é umas das mais pedidas nos bares, eventos e até nos preparos caseiros.
Com a peculiaridade de ser servida em uma caneca de cobre, é um drink feito a base de vodka e cerveja de gengibre. Essas características trazem até um ar de sofisticação, fazendo que seja uma bebida a ser apreciada em diversas ocasiões.
Hoje, vamos te mostrar a origem dessa bebida e lhe ensinar como fazer este drink que é mais simples do que parece!
Como preparar o Moscow Mule
Acredite, como fazer o Moscow Mule é muito fácil! Olha só:
A primeira dica essencial para o seu drink ficar top é congelar a caneca de cobre antes do preparo, para mantê-la o mais gelada possível. A caneca fica com essa aparência 👇:

Depois, em uma coqueteleira, adicione:
- gelo;
- 60ml de vodka;
- 180 ml de cerveja, refrigerante ou xarope de gengibre;
- 15 ml de suco de limão.
Então, é só bater tudo e servir na caneca. Mas, não esqueça de enfeitar com uma folha de hortelã, traz todo um charme ao drink.
Nada difícil, não é mesmo? E fica ainda mais prático se você adquirir os utensílios e bebidas em nossa loja online! Visite a WebBar e confira todas as nossas promoções.
Origem do Moscow Mule
Em plena Guerra Fria, por meados do ano de 1933, John Martin tinha adquirido os direitos autorais da vodka Smirnoff. E um dos seus melhores amigos, Jack Morgan, produtor cervejeiro da época, estava tentando lançar a inovação da cerveja de gengibre no mercado.
Ironicamente, a vodka ainda não era muito consumida, justamente por ser de origem russa, o que ia contra o forte patriotismo norte-americano da época. Ou seja, isso gerou altos estoques do produto, ao mesmo tempo em que a cerveja de gengibre do seu amigo não estava indo bem nas vendas.
Até que em um certo momento, uma vendedora e também filha de um proprietário de fábrica de canecas — um russo — bateu em sua porta querendo vender canecas de cobre com uma mula marcada.
A partir desse encontro, em pleno início da Guerra Fria, os três começaram a fazer testes de alquimia com seus três produtos, a fim de chegar num resultado que fosse harmonioso e caísse nas graças dos consumidores.
E conseguiram! Essa bebida ficou saborosa mesmo diante do gosto acentuado da vodka e o sabor forte da cerveja de gengibre. Mas, o ponto forte acabou sendo a caneca de cobre, que permitiu manter a bebida gelada na temperatura ideal.
Já a origem do nome é um tanto quanto óbvia, em virtude da presença de uma mula desenhada nas canecas e por serem russas. Então, nomearam de “Mula de Moscou”, internacionalizada como Moscow Mule.
No entanto, a bebida precisava se popularizar. Assim, eles tiveram uma boa ideia de marketing. Na época, a sensação do momento eram as câmeras Polaroid, aquelas que imprimiam a fotografia na hora.
Então, o dono da Smirnoff foi a diversos bares de Los Angeles e ensinava os bartenders a confeccionar seu drink e, ao final, pedia para que os garçons posassem para as fotos com uma garrafa de smirnoff numa mão e o Moscow Mule numa outra.
Com isso, ele alavancou as vendas de ambos — da bebida e dos bartenders — pelo portfólio que criou a partir do uso dessa câmera. Interessante, não é? 🙂
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